Faz tempo não?!
Pois é... mas muita coisa mudou para melhor, e outras me esforço para que continuem como estão, ou seja, para que não piorem.
Para meus amigos leitores, eu encontrei numa das págs que fuço vez ou outra, matéria sobre Dor, publicado na revista veja...
Vale a pena dar uma olhada. E se perceber que nos Estados Unidos a dor, já passa a ser mais um sinal vital do paciente internado em seus hospitais.
Boa leitura... Até a próxima
VEJA on-line
Seja Bem Vindo(a)!!!!
Oi !
É bom sabermos que somos lembrados.
Portanto, quando aqui estiver expresse-se com o coração! Ele não falha!
Beijos de chocolate
UM LUGAR AMIGO... PODE CHEGAR!!!!
Algumas coisas precisamos lembrar sempre... Como o abraço um abraço muito gostoso!!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
domingo, 9 de março de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
FAZER OU NÃO PSICOTERAPIA?

Posso dizer com larga experiência. VALE A PENA.. VALE O GASTO .. PORQUE VALE O RESULTADO!
Eu faço psicoterapia há mais de dois anos, consecutivos.. e sem interrupção.
Eu tive a sorte de encontrar uma excelente profissional.
Foi empatia a primeira vista. E estamos nesse trabalho até hoje.
Não podemos negar que existe a minha parcela de responsabilidade nisso.
É preciso estar engajada nesse processo, e compromissada. Isso é de fundamental importância.
Eu quis, e continuo a querer me conhecer cada vez mais, descobrir todos os dias que sempre é possível mudar alguma coisa. Ainda que com 90 anos de idade.
Só é preciso um ingrediente: QUERER!
Eu quis muito; pois disso dependia minha recuperação, a saída da depressão, a minha sobrevivência no turbilhão que se tornou minha vida.
Não é fácil. Mas já foi muito mais difícil!
Agora, eu "fuçando na net", encontrei no site http://msn.minhavida.com.br/MostraMateria20.vxlpub?CodMateria=1828
um texto intitulado: "Escrever um diário é alternativa barata e eficaz para o auto-conhecimento"
Acredito que seja mesmo.
Porém há de haver o comprometimento ao escrever. O comprometimento de expressar a realidade interior, sem censuras ou receios. Será possível?
Depende!
Depende de quem escreve, e por que escreve. Certo?
Pois é... muitas vezes mentimos para nós mesmos, para garantir uma fatia da simpatia alheia.
Alto custo esse!
Porém, de uma maneira ou outra percebo que cada vez mais, receber a aceitação dos outros está se tornando uma obsessão... Não é possível!
Mas por quê?
Ah, eu não sei .. sinceramente!
Eu, acho que nesse sentido estou um pouco na contra-mão.
No que concerne ao trabalho, ao "social"... é fácil fazer isso. Mas, por outro lado, no que tange a minha vida pessoal.. ah, essa eu não vendo pra ninguém em troca de bons olhos ou da grata recompesa da apreciação geral.
Ah, isso não!
Então, eu vou "colar" o texto abaixo, e você poderá decidir o que quer fazer: Escrever para aprovação, ou escrever o que tiver vontade e com sinceridade.
Ninguém entende você.
E, mesmo que entendesse, isso não vem ao caso. Por vergonha ou medo seus segredos vão continuar seus, guardados na memória e, no máximo, divididos com o travesseiro. Quem tem dificuldades para falar sobre os sentimentos e não se sente pronto para fazer uma terapia, muitas vezes, acaba sofrendo sozinho. Mas não deveria, porque existe um recurso barato e muito eficaz para trabalhar as emoções: escrever um diário. (jogo da transformação ensina a superar os padrões)"Um diário pode levar à reflexão e revelar como nossos humores oscilam. Assim, aprendemos a identificar nossas emoções e melhorar
nossas respostas aos estímulos do dia-a-dia" , afirma o psicólogo Edson Laino, de Botucatu.
Quando confidencia seus desejos e suas frustrações ao papel, você entra em contato direto com suas sensações mais importantes naquele momento. Fazendo isso, encontrar uma saída para um problema ou arrumar um jeito
de superar uma perda, por exemplo, acaba sendo mais fácil.
Os poderes terapêuticos da palavra, aliás, são reconhecidos pelos especialistas e usados com grande habilidade nos consultórios. Eu uso muito a escrita com meus clientes , afirma a terapeuta Marina da Costa Vanconcellos, especializada em psicodrama.
No encerramento de uma sessão chego a pedir que eles façam listas, indicando características que gostariam de conquistar e aquelas que pretendem perder. Também peço que se imaginem com 50 ou 70 anos e escrevam uma carta para si mesmos, na idade atual. É uma maneira de fazê-los entrarem contato com idéias muito profundas , conta a especialista, que acaba de lançar o delicioso Quando a psicoterapia trava (Editora Ágora; 216 páginas). O livro reúne doze artigos de profissionais da área, discutindo os motivos que bloqueiam o andamento das sessões e apontando caminhos para solucionar os intermináveis silêncios.
nossas respostas aos estímulos do dia-a-dia" , afirma o psicólogo Edson Laino, de Botucatu.
Quando confidencia seus desejos e suas frustrações ao papel, você entra em contato direto com suas sensações mais importantes naquele momento. Fazendo isso, encontrar uma saída para um problema ou arrumar um jeito
de superar uma perda, por exemplo, acaba sendo mais fácil.
Os poderes terapêuticos da palavra, aliás, são reconhecidos pelos especialistas e usados com grande habilidade nos consultórios. Eu uso muito a escrita com meus clientes , afirma a terapeuta Marina da Costa Vanconcellos, especializada em psicodrama.
No encerramento de uma sessão chego a pedir que eles façam listas, indicando características que gostariam de conquistar e aquelas que pretendem perder. Também peço que se imaginem com 50 ou 70 anos e escrevam uma carta para si mesmos, na idade atual. É uma maneira de fazê-los entrarem contato com idéias muito profundas , conta a especialista, que acaba de lançar o delicioso Quando a psicoterapia trava (Editora Ágora; 216 páginas). O livro reúne doze artigos de profissionais da área, discutindo os motivos que bloqueiam o andamento das sessões e apontando caminhos para solucionar os intermináveis silêncios.
Desabafo sem constrangimento
Os desabafos, na opinião da autora, são úteis na organização dos pensamentos e ajudam a tomar decisões mais conscientes, principalmente quando o furacão emocional parece não permitir que as idéias assentem. A culpa some, os sentimentos fluem e, enfim, conseguimos perceber qual a melhor atitude a tomar. Podemos até decidir ignorar essa descoberta, caso ela provoque muita dor, mas ela está ali,completamente exposta , diz. Mas não se engane. Não é de um minuto para o outro que o quebra-cabeças começa a fazer sentido. O treino é fundamental e, diferente de muitas atividades, exige total descontrole. Isso mesmo! As palavras têm de sair direto do coração, sem nenhum tipo de censura. Só assim a autenticidade é preservada , orienta Edson. A reflexão deve ocorrer depois, dando continuidade ao processo de evolução emocional. Essa liberdade diante da folha em branco costuma ser o maior atrativo para quem precisa escapar das pressões e investir no auto-conhecimento. (10 coisas que toda mulher precisa experimentar) Não é por acaso que as meninas começam cada descrição saudando o Querido diário, ele realmente se transforma num companheiro, que acolhe sem fazer críticas , indica a psicóloga. E não pense que os benefícios param por aí. Enquanto escreve, você desabafa. Mas, quando relê, você tem oportunidades únicas para promover o seu crescimento interior , salienta o especialista de Botucatu. Segundo ele, retomar experiências vividas há um tempo permite observá-las de uma maneira diferente e, claro, observar como mudou sua reação a situações parecidas. Não mudou? Ponto para o diário novamente. Se o desespero de hoje é idêntico ao de ontem, é hora de dedicar um tempinho para entender por que isso acontece e aprender a lidar com ele (sozinho ou com ajuda profissional).
No papel é mais seguro
Para quem gosta de escrever, mas prefere montar um blog (em vez de riscar um caderno com as confissões), um alerta. Abrir nossa vida publicamente é sempre um risco, não sabemos como nossos medos e nossas angústias serão recebidos. Num momento de fragilidade, algumas críticas são devastadoras , diz Edson. Opinião endossada pela psicóloga Maura de Albanesi, de São Paulo. Como o blog é público, sujeita nossas confissões ao crivo do outro assim que elas vão ao ar. E ouvir a opinião alheia sem ter a nossa formada pode influenciar o próprio juízo, dificultando a reflexão , considera a especialista. (banhos zen ajudam a relaxar)No papel, as emoções são percebidas mais claramente, até a letra varia de acordo com o momento . Abrir o coração sem medo de magoar ninguém ou de passar vergonha é a grande chave que explica o sucesso dos diários. Ao escrever, a pessoa se liberta do que está incomodando e tem condições de viver melhor suas relações , diz Maura. Então, que tal deixar o mouse de lado um instantinho e recuperar aquele caderno largado ali no fundo da gaveta? Você as pessoas que você ama só têm a ganhar com isso.
Agora é com você!
Eu? Eu já faço minha parte... E você acaba de lê-la!
Ainda tenho meus demônios pra cuidar também. Mas esses, eu levo pra Míriam(minha terapeuta e muito amiga).
Agora... até a próxima !
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
NOSSO PIOR INIMIGO...NÓS MESMOS!

O pior inimigo: a auto-sabotagem!
O grande inimigo a vencer não se encontra lá fora e sim dentro de cada um de nós e age no silêncio do dia-a-dia, escondido entre os nossos medos, anseios e dificuldades.
Dificilmente percebemos que nos auto-sabotamos.
Por que isso ocorre?
O que acontece quando estamos muito bem e as pessoas do nosso circulo não estão bem? Na maior parte do tempo nos sentimos culpados! Sentimos que não somos merecedores.
Muitas vezes não bastam os obstáculos naturais que a vida e as situações nos colocam, somos mestres na arte de encontrar dificuldades, criar obstáculos e complicar tudo o que puder ser facilitado. Todos nós queremos as mesmas coisas, que é a realização, o sucesso e a felicidade em todos os aspectos.
Dentro de nós existem muito mais medos e receios do que podemos imaginar. Apesar de querermos a felicidade usamos mecanismos de auto-sabotagem, sem perceber, colocando muitas barreiras e empecilhos que acabam por nos impedir de atingir nossos objetivos.
Na maioria das vezes, é muito difícil entender que as dificuldades que encontramos no caminho estão saindo exatamente da mesma fonte, ou seja, da nossa cabeça, da nossa maneira de pensar e de agir. Mentimos para nós mesmos! Nos enganamos e usamos muitos disfarces e desculpas.
Cada vez que duvidamos da nossa capacidade em superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior, que bloqueia nossas emoções e nos paralisa.
Muitas vezes não queremos pensar no que estamos sentindo já que temos dificuldade para lidar com os nossos sentimentos sem julgá-los. Enfrentar nossos sentimentos requer de nós sinceridade e compaixão. Caímos em armadilhas criadas por nós mesmos.
A auto-sabotagem tem muitas origens e também muitas formas de se manifestar.
Para saber como fazemos isso devemos começar respondendo a seguinte pergunta: "O que eu sei de mim mesmo que preferia não saber?".
A resposta deve gerar em nós um autoconhecimento, é através dele que começamos a desarmar o mecanismo de auto-sabotagem. Quando percebemos o mecanismo que estamos acionando, quando começamos a identificar dentro de nós mesmos as razões para nossos fracassos, já estamos com meio caminho andado.
O primeiro passo, e que geralmente acontece dentro de um processo de psicoterapia, é rever as próprias atitudes, deixar claro para si mesmo o que se quer da vida e o que se está fazendo para chegar lá. Muitas vezes, aquilo que se quer está claro, mas os métodos que estamos usando para chegar lá estão levando a caminhos totalmente opostos, e exatamente aí pode estar acontecendo a auto-sabotagem.
Nós nos auto-sabotamos quando saímos do nosso propósito de vida. Somente pelo processo de autoconhecimento, bem como o conhecimento real dos nossos objetivos, anseios e metas, onde queremos chegar e quais os caminhos e métodos que iremos escolher para alcançar, é que podemos entender se estamos ou não nos sabotando.
E, se estamos fazendo isso, porque estamos tendo essa atitude, porque estamos sendo inimigos dos nossos próprios sonhos e desejos.
Muitas vezes o medo da mudança é maior do que a força para mudar, pense nisso!
Por: Katia Cristina Horpaczky - psicóloga
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
O QUE QUEREMOS E DESEJAMOS DE VERDADE?
Apesar de desconhecermos algumas realidades, somos capazes de representá-los para nós mesmos de maneira que nos fortaleça e aos outros também.Devemos considerar alguns aspectos importantes na representação do evento.
Diversidades fisiológicas de cada um , o que leva a diferentes formas de percepção. Portanto, favorecendo a uns a visão e a outros a audição. E ainda há aqueles pobres de recursos físicos em geral.
Assim, o significado de um evento é só uma interpretação que é filtrada através de crenças pessoais, atitudes, valores, e o metaprograma.
Entendido isso, podemos aproveitar as experiências e/ou imaginário para que direcionemos a memória, a formação das representações, para que crie os mais fortalecedores estados para cada pessoa.
Para isso, diante de vários enfoques que podemos dar às situações, devemos dar enfoque ao que nos é fortalecedora.
Imaginemos...”Andar por um leito de brasas.”
É algo considerado impossível para a maioria. Ou seja, não é algo que se acredite ser possível de realizar; além de, não termos recursos de percepção e estados associados a essa tarefa. O que nos faz não entrar num estado que nos apoiaria para executar essa ação.
O andar por um leito de brasas pode ensinar-nos como mudar estados e comportamentos de forma a fortalecer -nos para agir e conseguirmos novos resultados, apesar do medo ou outros fatores limitadores..
A exemplo de nós , fibromiálgicos, temos momentos de alegria, excitação, euforia, e até bucólicos, que nos levam a estado de analgesia, mesmo que momentânea.
Isso porque é possível, naquele momento, alterar a fisiologia, (mesmo que de forma involuntária) e como é possível também mudar nossas representações internas, sobre o que pode e o que não pode ter, fazer, etc...
Mas uma coisa é falar sobre o poder do estado, e outra é experimentá-la.
Para que se alcance o estágio da experimentação há de se demonstrar com clareza que os comportamentos são resultados dos estados em que estão. Porém, ao fazermos pequenas mudanças em como representamos a experiência para nós mesmos, podemos tornar-nos mais confiantes a ponto de aproveitarmos o momento com clareza e disposição.
Isso demonstra que nossos comportamentos são resultados em que estamos.
Torna-se claro que podemos produzir representações de coisas para nós mesmos, de maneira que resultem a levar-nos a um estado tal de recursos que fiquemos fortalecidos para praticar os tipos e qualidades de ações que criem e possibilitem o desejado resultado.
Percebamos que... Ao entrarmos num determinado estado – como por exemplo – Uma pessoa que está num estado de amor te abraçará, enquanto uma outra só dirá que te ama.
O que acontece é que diante de um estado nosso cérebro tem acesso a possíveis escolhas de comportamentos. Esse número varia de acordo com o número de modelos no mundo, por nós assimilados. Isso é o resultado.
“A vida é como é como um rio” - Robbins, Anthony, Poder sem Limites – pg. 57
Esse movimento, e você pode estar à mercê do rio, se não tomar medidas deliberadas e conscientes para se manter na direção que pré-determinou.
Se não plantar sementes mentais e fisiológicas dos resultados que quer, sem dúvida crescerão ervas daninhas.
Se não orientarmos com consciência nossas próprias mentes e estados, nosso ambiente pode produzir, por acaso, estados indesejaveis.
Assim é fundamental, que estejamos sempre alerta, não deixando que tais ervas daninhas ultrapassem o limite da porta de nossa mente.
Não devemos nunca esquecer que sempre temos o direito de escolher como vamos representar coisas para nós mesmos.
Outro exemplo... Se você representar que a pessoa amada está te enganando, logo se encontrará num estado de fúria, raiva e defesa.
Lembre-se , você não tem prova que isso é verdade mas já o experimenta em seu corpo como verdade absoluta, ou seja, como se fosse.
Pensemos agora em situações em que nós mesmos nos colocamos, transformando em realidade em nosso cérebro. E experimentou vivenciá-lo, ou seja, acreditar ser real de fato.
Certamente nosso estado altera-se sensivelmente, o que deu a imaginação vulto muito maior .
Portanto, com a mesma energia despendida, dando vida a esse estado, podemos perceber que é possível redirecioná-la para um novo estado, um estado beneficamente fortalecedor.
Ao invés de vivenciar tais ações e reações, vamos mudá-los.
Pensemos então... “Imagine que seu amado(a) esteja cansado(a) e com dificuldades para chegar em casa.”.
Um novo processo de encenação aborda a mente. O que transformará o que antes era raiva, fúria e defesa, esse descontrole em compaixão, cuidados, carinho. O que fará com que o(a) amado(a) sinta-se querido(a), e certamente aumentará a vontade de estar com você.
Pode até haver ocasiões em que a pessoa amada poderá estar realizando aquilo que de negativo imaginamos. Porém, por que gastar tanta energia e emoções com algo que não se tem certeza?!
Na maioria das vezes é pouco provável que se tenha razão de pensar assim. Contudo, certamente criamos todas as espécies de dores(aborrecimentos) para ambos (ele(ela) e você).
Nessa mesma temática está o livro “O Segredo” de Rhonda Syrne, onde coloca que ...”A maioria das pessoas pensam naquilo que não querem, e se perguntam por que isso acontece sempre?
Simples! É porque elas pensam mais no que não desejam do que naquilo que de fato desejam.
Essa é a pior epidemia do mundo atual. Pensar...”Eu não quero!”
Podemos mudar isso. Passemos a pensar e a falar sobre aquilo que desejamos, no que queremos.
Ainda cita: ...”Tudo o que entra em sua vida é você quem atrai, por meio das imagens que mantém em sua mente. É o que você está pensando. Você atrai para si o que estiver se passando em sua mente.” Proctor, Bob , The Secret.
”Cada pensamento seu é uma coisa real – uma força”
Prentice Mulford - ( 1834- 1891)
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